+ O passaporte da vacina, documento que comprova a imunização contra a Covid-19, não deve causar desgaste à relação do PL (Partido Liberal) com Jair Bolsonaro, recém-filiado à legenda, apesar da discordância entre o presidente — que é contra a medida — e alguns integrantes da sigla. A avaliação foi feita por diversos membros da legenda ouvidos pela reportagem do R7.  "O PL é plural, portanto, é natural que, dentro do partido, tenha divergências. Inclusive, todos os membros estão acostumados a construir com as divergências e entender as diferenças que existem", afirmou o senador Carlos Portinho (RJ). O parlamentar é autor do projeto de lei, já aprovado no Senado e que aguarda análise desde agosto pela Câmara dos Deputados, que cria o passaporte nacional de imunização e segurança sanitária, trazendo informações sobre vacinação, testagem e recuperação da doença de seu portador, que poderão subsidiar a suspensão ou o abrandamento de medidas restritivas para enfrentamento de situação de emergência de saúde pública. A aprovação da matéria se deu antes da filiação de Bolsonaro ao partido, em 30 de novembro. O chefe do Executivo informou diversas vezes ser contra a medida, adotada em ao menos 20 capitais brasileiras. Recentemente, disse que "jamais" exigiria o documento e o comparou a uma "coleira que querem botar no povo brasileiro"


As informações são do Portal R7